"... e o menino chorava... as margens da lagoa. Chorava a dor da perda sem saber exatamente o que perdeu. Chorava pelo que se foi e até pelo que ainda há de vir... chorava pelas palavras lançadas ao vento... chorava os desamores... chorava e lavava a alma... alma esta, que de tão límpida, desapareceu... e assim se foi o menino... sem alma e sem vida... de tanto chorar virou água e sumiu na correnteza". Anônimo.
